Por que o presidente do UFC, Dana White, afirma que o MMA vence a NBA e a NFL

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Dana White viu de tudo. Ele esteve na quadra nas finais da NBA. Ele está sentado no Super Bowl. Ele assistiu lutas pelo título dos pesos pesados ​​sacudirem o chão em Las Vegas. Mesmo assim, quando você pergunta ao presidente do UFC qual evento esportivo está acima de todos eles, ele não hesita. É o Ultimate Fighting Championship (UFC).

Ele afirma que nenhum outro espetáculo se compara ao Mixed Martial Arts (MMA). E para muitos fãs, ele está certo.

O UFC se autodenomina a principal organização de Mixed Martial Arts (MMA) do mundo. Sua história não é uma linha reta, no entanto. A promoção quase faliu no final da década de 1990, esmagada por polêmica e má publicidade. Reinventou-se, despiu-se do mito do “sem barreiras” e construiu um império global. Agora, acolhe eventos que atraem milhões de pessoas, transformando lutadores em nomes conhecidos.

Como as lutas no octógono diferem do boxe

Basicamente, o UFC organiza e promove eventos de MMA. Esses eventos apresentam vários lutas. Cada luta é uma luta um contra um. Assim como no boxe, essas lutas são divididas em rounds e supervisionadas por um árbitro. Mas a complexidade aqui é mais profunda.

As lutas padrão do UFC duram três rounds. As lutas pelo campeonato duram cinco rounds. Cada rodada dura cinco minutos. Os lutadores têm um intervalo de um minuto entre os rounds para descansar, se hidratar e ouvir seus corners.

O boxe restringe os atletas a socos acima da cintura. O MMA remove esses limites. Os competidores podem usar socos, chutes, cotoveladas, joelhadas, quedas e finalizações. Eles podem atacar acima e abaixo da cintura, com algumas restrições específicas. Essa mistura de trocação e luta cria uma dinâmica que o boxe simplesmente não consegue replicar.

Desmascarando o mito do “sem barreiras”

Os primeiros eventos do UFC alegavam apresentar lutas sem barreiras (NHB). Esse rótulo ficou na cultura pop, mas sempre foi um nome impróprio. Mesmo nos primeiros dias, os atletas tinham que seguir regras. Eles não tinham permissão para:

  • Arrancar os olhos de um oponente
  • Anzol (usando os dedos para fisgar a boca do oponente)
  • Golpeie a virilha

Essas proibições básicas existiram desde o início. A ideia de anarquia total era marketing, não realidade.

As 31 faltas que mantêm a ordem

A Comissão Atlética do Estado de Nevada regulamenta todas as exibições de boxe e artes marciais em Nevada. Eles identificam 31 faltas específicas. A violação dessas regras pode resultar em penalidades ou desqualificação.

Nem todas as faltas envolvem violência. Você pode cometer falta se:
– Segure-se na cerca para alavancar
– Usar linguagem abusiva dentro da jaula
– Finja uma lesão
– Deixe cair o bocal de propósito para atrasar a luta

A lista completa de faltas está disponível no site do UFC. A comissão garante que o esporte permaneça seguro, ao mesmo tempo que permite uma competição intensa.

Testes de drogas e competição limpa

O UFC adere à política de drogas da Comissão Atlética do Estado de Nevada. Drogas recreativas e para melhorar o desempenho são estritamente proibidas. Se um lutador testar positivo antes de uma luta, ele será impedido de lutar. Eles podem enfrentar ações disciplinares adicionais.

E se um lutador vencer e o uso de drogas for descoberto mais tarde? A comissão pode alterar o resultado para no contest. Esta política protege a integridade do esporte. Garante que as vitórias sejam conquistadas e não compradas.

Onde as lutas acontecem

Na próxima seção, veremos os fundamentos do UFC e aprenderemos onde acontecem as lutas.

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Noções básicas do UFC

As lutas do UFC não acontecem em ringue quadrado. Eles acontecem dentro do Octógono, uma estrutura tão icônica quanto o próprio esporte. É uma arena de oito lados, com cerca de 9 metros de diâmetro. As paredes não são tábuas sólidas como no boxe. Eles são materiais de cerca envoltos em estofamento. Cada borda e canto são cobertos para reduzir o impacto, mas o formato ainda muda a forma como os lutadores se movem. Não há cordas para se apoiar. Apenas lados planos e ângulos agudos que forçam estratégias diferentes.

O chão é de lona. É pintado sob medida para cada evento. Quando a noite acaba, aquele tapete desaparece. Nunca reutilizado. Dois portões servem como únicos pontos de entrada. No início de cada rodada, esses portões estão bem trancados.

Apenas duas pessoas podem entrar quando a campainha toca: o árbitro e os dois lutadores. Todos os outros ficam de fora. Entre as rodadas, a rotina muda. Autoridades destrancam os portões. Os homens da esquina intervêm. Eles trazem água. Eles dão ajustes táticos. Eles aplicam pressão para impedir o sangramento de cortes e arranhões. Este breve acesso é fundamental. Um lutador não pode tratar ferimentos sozinho dentro da jaula. O escanteio faz o trabalho pesado enquanto o atleta descansa.

O design do octógono não é apenas estético. Dita o movimento, limita as rotas de fuga e força o envolvimento.

Por que uma forma de oito lados? Os círculos permitem ângulos infinitos. Os quadrados criam cantos que prendem. Os octógonos oferecem um meio-termo. Os lutadores têm espaço para circular, mas menos pontos cegos do que em um ringue. As cercas evitam fugas que poderiam funcionar em outros esportes de combate. Você não pode se esconder atrás de uma corda. Você deve lutar contra a pessoa à sua frente.

Como isso afeta o resultado? Menos tempo desperdiçado agarrando-se às cordas. Ação mais contínua. A lona é substituída porque o sangue e o suor comprometem a aderência. Uma superfície nova garante segurança e justiça em cada confronto.

Onde mais você vê estruturas semelhantes? As promoções de MMA em todo o mundo adaptam o conceito de gaiola. Alguns usam hexágonos. Alguns usam círculos com malha. Mas o padrão do UFC continua sendo a cerca de aço com oito lados. É reconhecível. É funcional. Ele define a era moderna das artes marciais mistas.

O que importa mais: a forma ou as regras? O layout permite as regras. Sem o espaço fechado, o controle do árbitro seria mais difícil. Sem os portões, o apoio nos cantos seria impossível durante a ação. O sistema funciona porque cada parte apoia a outra.

Os fãs percebem os detalhes. A tinta na tela. A altura da cerca. O som do portão se fechando. Estes não são elementos de fundo. Eles são participantes ativos na luta. A carreira de um lutador pode depender de um escorregão no tapete molhado ou de um corte que sangra nos olhos. O octógono amplia cada erro. Também amplifica cada vitória.

Isso muda a forma como você assiste? Talvez. Saber que os cantos só entram nos intervalos aumenta a tensão. Você está observando duas pessoas presas em um pequeno espaço. Não há como se esconder. Não há descanso até a rodada terminar. A estrutura impõe intensidade. Remove a fuga. Exige desempenho.

Na próxima vez que você assistir a uma luta, olhe para o chão. Essa tela é única. Foi depois da noite. Substituído pelo próximo par. Assim como as apostas.

A gaiola não é apenas uma cerca. É uma escolha de design que muda a forma como a luta acontece. Os lutadores não podem se afastar. Eles não podem jogar seus oponentes por cima da grade para escapar de uma posição ruim. Essa regra existe por uma razão. Tank Abbott tentou uma vez, tentando jogar Carl Worsham por cima da cerca durante uma luta no UFC. Não terminou bem. Agora é estritamente proibido. Você fica dentro das linhas.

Por que um octógono?

Dana White já explicou isso antes. A visão original do UFC era simples: combinar estilos entre si para ver qual arte marcial realmente vence. Mas a arena é importante. O boxe usa um anel quadrado. A luta livre geralmente acontece em um tapete circular. Cada formato oferece vantagens diferentes. Os quadrados criam cantos estreitos onde um lutador pode ser imobilizado. Os círculos permitem rotação constante.

O octógono foi construído para neutralizar essas arestas. Os ângulos são mais largos que os cantos do ringue de boxe. Menos espaço significa menos lugares para ficar preso. Um lutador sempre tem uma rota de fuga. A cerca em si é de aço para cercas. Impede que os lutadores caiam. Isso os impede de serem expulsos.

O Octógono é uma estrutura estável projetada pensando na segurança do lutador, mas ao mesmo tempo proporcionando uma boa visão para os espectadores.

Não se trata apenas de justiça. É uma questão de visibilidade. Os fãs podem ver a ação de todos os ângulos. Sem pontos cegos. Nenhuma troca de luta obscura em um canto escuro. A geometria força o engajamento. Você não pode se esconder.

O debate sobre classificação

Você não encontrará um sistema oficial de classificação do UFC. Dana White rejeita classificações formais. Ele diz que eles complicam o casamento. Eles convidam à corrupção. Eles retardam o processo de montar as melhores lutas. Em vez disso, Joe Silva comanda o show. Silva é vice-presidente e casamenteiro. Ele usa seu próprio método. Ele estuda registros. Ele analisa estilos de luta. Ele decide quem leva a disputa pelo título.

Se você tiver um bom desempenho, Silva percebe. Você ganha sua chance. Nenhum algoritmo. Sem sistema de pontos. Apenas resultados e olhos no chão.

Classes de peso explicadas

O UFC reconhece cinco divisões. Os lutadores devem competir no seu próprio peso. Sem exceções. Subir ou descer é permitido, mas há um custo.

  • Leve: 145 a 155 libras
  • Peso meio-médio: 155 a 170 libras
  • Peso médio: 170 a 185 libras
  • Peso meio-pesado: 185 a 205 libras
  • Peso Pesado: 205 a 265 libras

Ganhar peso para subir geralmente significa perder velocidade. Reflexos mais lentos. Membros mais pesados. Deixar cair o peso pode preservar a agilidade, mas muitas vezes sacrifica o poder de ataque. Os lutadores têm que escolher. Velocidade ou potência. Nem sempre os dois.

Os Três Pilares da Técnica

Quando a campainha toca, tudo se resume a três categorias. Impressionante. Lutando. Luta terrestre. Cada um requer habilidades diferentes. Cada um tem regras diferentes. Você não pode confiar em apenas um. O octógono força você a se adaptar. Você ataca. Você conquista. Você bateu no tapete. Então você se levanta.

** Impressionante **

O jogo de trocação no UFC é híbrido. Os lutadores não apenas boxeiam. Eles misturam o trabalho de pés do boxe com o trabalho de clinche do Muay Thai, misturando socos, chutes, joelhadas e cotoveladas. Mas o equipamento dita o perigo.

Você não verá luvas de boxe pesadas e acolchoadas aqui. As luvas oficiais do UFC não têm dedos e pesam apenas 4 a 6 onças. Compare isso com as luvas de boxe tradicionais, que variam de 8 a 10 onças. A diferença é enorme. Luvas finas significam menos proteção para as mãos. Um lutador tem que ser preciso. Dê um soco errado e você poderá fraturar os nós dos dedos antes mesmo de tocar no oponente.

Regras de ataque e zonas proibidas

Existe um código estrito sobre onde e como você pode acertar esses ataques. Não é um vale-tudo.

Você não pode chutar ou dar uma joelhada na cabeça de um oponente no chão. Se eles estiverem abaixados, você mantém as pernas no corpo ou no chão. Você também não pode mirar na parte de trás da cabeça. Isso é uma falta instantânea. E embora os cotovelos sejam legais, é proibido usar a ponta do cotovelo para penetrar no crânio.

As regras foram elaboradas para manter a luta legal e segura, mas as luvas finas ainda tornam cada golpe um risco calculado.

Dominando a Queda e a Expansão

A luta muitas vezes dita o ritmo de uma partida. Alguns lutadores são atacantes primeiro e depois lutadores. Outros vivem no clinche, caçando quedas.

Uma queda tem um conceito simples: force seu oponente para a tela. Pode ser chamativo. Um slam de alto impacto ou um suplex ficam espetaculares no octógono. Mas muitas vezes, trata-se apenas de quebrar o equilíbrio. Um simples passo ou armadilha é suficiente.

A defesa é igualmente importante. Para impedir uma queda, você se espalha. Você abaixa os quadris para trás, colocando peso na parte inferior das costas do oponente. Ele usa alavancagem para mantê-lo de pé. Se você não consegue se espalhar, você vai para o tatame.

Envios: O Tap Out

Depois de lutar, você está procurando o final. Os golpes podem encerrar uma luta, mas as submissões são a forma mais pura de vitória.

Uma guilhotina é um clássico. Você prende o pescoço, corta o fluxo sanguíneo e espera a torneira. A maioria das finalizações acontece no chão, onde você tem condições de aplicar pressão. Mas não se engane – alguns apoios podem ser aplicados em pé. Se um lutador for pego em um mata-leão ou em um triângulo nos pés, a luta termina.

Dinâmica de Combate Terrestre

Quando a luta chega ao tatame, a estratégia muda completamente. Não se trata mais de quem bate mais forte. É uma questão de posição.

A posição superior é poder. Você controla o espaço. Você dita o ritmo. A posição inferior é a sobrevivência. Você está tentando escapar, raspar ou finalizar. O jogo de chão é uma partida de xadrez jogada com membros. Controle os quadris. Proteja o suporte. Varrer o guarda. Se você perder o controle, você perde a luta.

É por isso que o treinamento é tão variado. Você precisa de habilidades de trocação para manter seu oponente afastado. Você precisa de habilidades de luta para diminuir a distância. E você precisa do jogo de chão para terminá-lo se as coisas derem errado.

“As luvas finas significam

A luta terrestre não é apenas uma alternativa. É um campo de batalha primário. Quando os corpos atingem o tatame, a luta não termina. Os lutadores continuam atacando. Eles procuram oportunidades de ground and libra. Eles procuram por retenções de envio. A dinâmica muda instantaneamente de trocas permanentes para intrincadas batalhas posicionais.

A maioria das disputas resulta em um lutador terminando por cima. A terminologia aqui é específica. Você ouvirá guarda, meia guarda, controle lateral e montagem completa sendo usados ​​como substantivos comuns. Estas não são descrições vagas. Eles definem exatamente como os corpos são posicionados uns em relação aos outros.

Pegue o guarda. É um cenário clássico. O lutador A está no fundo. O lutador B está no topo. O Lutador A envolve as pernas em volta dos quadris do Lutador B. O lutador B agora está “dentro da guarda do lutador A”. É uma postura defensiva para o lutador por baixo. É um obstáculo frustrante para o melhor lutador. Controle não é apenas uma questão de força. É uma questão de alavancagem e posicionamento.

O sucesso no UFC exige versatilidade. Você não pode ser apenas um atacante. Você não pode ser apenas um lutador. Os melhores lutadores treinam extensivamente em todas as três disciplinas: trocação, luta livre e luta agarrada. Claro, muitos têm um estilo preferido. Alguns se inclinam fortemente para a luta livre. Outros priorizam o kickboxing ou o Muay Thai. Mas a elite possui uma proficiência básica em tudo. Eles sabem como sobreviver no terreno. Eles sabem como terminar o trabalho.

Essa versatilidade é a razão pela qual o MMA moderno é tão implacável. Um atacante puro é derrubado. Um lutador puro é sufocado. O vencedor geralmente é aquele que consegue fazer uma transição perfeita entre esses mundos.

Veremos a mecânica da vitória a seguir. Como os juízes pontuam uma luta? Quando entra um árbitro? E o que acontece quando o sinal toca com empate?

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Como os juízes determinam o vencedor

Se a luta não terminar em nocaute, finalização ou paralisação técnica, vai para o placar. Três juízes assistem a luta inteira. Eles pontuam cada rodada de forma independente. O sistema é simples no papel. Complicado na prática.

Cada rodada é pontuada em um sistema obrigatório de 10 pontos. O vencedor do round ganha 10. O perdedor ganha 9. Ou 8. Ou 7. Se um lutador dominar completamente o round, você poderá ver um 10-7. Mas 10-9 é o padrão para um vencedor claro.

O que constitui “dominância”? Tudo se resume a três categorias principais.

  • Golpe Eficaz: Esta é a métrica mais visível. Acerte tiros pesados. Danifique seu oponente. Controle a distância. Não se trata apenas de volume. É uma questão de precisão e impacto. Um único gancho limpo que faz o oponente balançar geralmente supera dez golpes que não o fazem.
  • Agarrada Eficaz: Contagem de quedas. Mas nem todas as quedas são iguais. Uma queda que leva ao controle ou dano vale mais do que uma queda que não leva a nada. O domínio posicional é importante. Ficar no topo por um tempo significativo enquanto acerta ataques aumenta sua pontuação no agarramento.
  • Agressão e Controle do Octógono: Este é o desempate. Se a trocação e o agarramento são próximos, quem moveu a luta? Quem ditou o ritmo

Impressionante? Claro. Lutando? Absolutamente. Mas quando a poeira baixa e os juízes não são necessários, como você realmente consegue a vitória? Geralmente se resume a dois resultados distintos: finalização ou nocaute técnico (TKO).

Vamos falar primeiro sobre a torneira. Você vence por finalização quando seu oponente bate fisicamente no tatame ou no lutador, ou simplesmente grita “tap” verbalmente. Por que isso acontece? Talvez os ataques sejam demais para serem defendidos. Ou talvez você tenha travado um aperto doloroso, como uma chave de braço ou uma chave de tornozelo. Pode até ser um mata-leão, cortando o fluxo de ar ou sangue até que a consciência desapareça. Mas o problema é o seguinte: no UFC, finalizar não é o fim da carreira. Não é como alguns outros esportes onde “desistir” parece fraco. No MMA, bater é considerado honroso. É uma luta inteligente. Você reconhece que está preso e termina com isso antes que ocorram danos permanentes.

Depois, há o nocaute técnico. Este não é um soco que coloca alguém em órbita. É uma intervenção do árbitro. O árbitro intervém quando decide que um lutador não pode mais se defender de forma inteligente. As condições são caóticas. Os lutadores estão se movendo rapidamente. O árbitro deve decidir em uma fração de segundo o status do lutador. Ao contrário do boxe, não há contagem de oito em pé. Você não consegue respirar. Se o árbitro achar que você terminou, a luta acabou. E não importa se você está de pé ou achatado na tela. O resultado é o mesmo.

Se a campainha tocar e ninguém bater ou nocautear, o resultado muda da violência para a matemática. O resultado depende de um painel de três juízes. Eles usam o sistema obrigatório de 10 pontos. É simples no papel. O vencedor de uma rodada ganha 10 pontos. O perdedor ganha nove ou menos.

A pontuação cai abaixo de nove nos pênaltis. Faltas acontecem. Os lutadores ficam inativos. A timidez é penalizada. No final da luta, os juízes contabilizam os totais. Os números ditam o vencedor.

Tipos de Decisões no MMA

Uma decisão unânime significa que todos os três juízes concordam. O lutador A ganha todas as cartas. Corte limpo.

Uma decisão dividida é mais confusa. Dois juízes favorecem um lutador. O terceiro escolhe o adversário. Está perto. Muitas vezes é controverso.

A decisão da maioria ocorre quando dois juízes escolhem um vencedor e o terceiro empata. O lutador com as duas vitórias leva.

Você também pode vencer por decisão técnica. Isso acontece se um oponente estiver muito ferido para continuar. O árbitro interrompe a luta mais cedo devido a lesão. Os juízes revisam as rodadas anteriores. O líder no momento da paralisação vence.

A desqualificação é outro caminho para a vitória. Se um lutador violar as regras, você vence. Uma desistência também funciona. Doença ou lesão pode causar a desistência do oponente. Você obtém a vitória por padrão.

Sorteios e Sem Concursos

As lutas nem sempre produzem um vencedor. Um empate padrão acontece quando as pontuações dos juízes coincidem ou são anuladas. Os dois lutadores saem empatados.

Um empate técnico é possível. Se ambos os lutadores estiverem muito feridos para continuar, o árbitro declara isso. Nenhum vencedor.

Sem competição é diferente. Isso ocorre se ambos os lutadores quebrarem as regras. Também acontece se um lutador não puder continuar devido a uma lesão causada por um movimento ilegal. O resultado é apagado do registro.

Complexidades de pontuação

MMA não é boxe. Existem mais variáveis. Os juízes têm mais a pesar. Eles contam greves. Eles rastreiam quedas. Eles avaliam a técnica de solo.

A luta terrestre acrescenta nuances. A posição inferior é geralmente mais fraca. O controle superior domina. Mas a defesa é importante. Um lutador por baixo consegue defender tão bem que um juiz concede o round. A posição por si só não ganha rodadas. O dano causa.

“Há muita controvérsia neste momento sobre julgar. Ser juiz é muito subjetivo… a principal coisa que você tem que julgar, rodada por rodada, é quem causou o maior dano.”
— Dana White, presidente do UFC

Julgar é subjetivo. Sempre foi. Os critérios mudam dependendo do que acontece na jaula. Uma luta pode parecer unilateral em pé. Então bate no tapete. A dinâmica muda. Um lutador escapa. Um erro é explorado. A narrativa muda instantaneamente.

Essa complexidade alimenta a excitação. Você nunca sabe como isso termina. Pontos? Submissão? Nocaute? Ou o placar de um juiz decidindo o destino de dois atletas?

A história da arbitragem do UFC é repleta de debates. Chamadas disputadas têm épocas definidas. Os fãs questionam o processo. Os críticos apontam inconsistências. Mesmo assim, o esporte avança. As regras evoluem. A conversa continua.

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História do UFC

As origens do Ultimate Fighting Championship

Tudo começou com uma verificação do ego. Rorion Gracie, mestre de jiu-jitsu brasileiro, não queria apenas ensinar as técnicas de sua família. Ele queria provar que funcionavam quando as luvas caíssem e as regras desaparecessem. Sua família construiu uma reputação no Desafio Gracie, um convite aberto a qualquer artista marcial que pensasse que poderia vencer um Gracie em uma luta real. A maioria das pessoas apareceu e saiu com o orgulho ferido. Arthur Davie, um publicitário criativo, viu o ouro do marketing nesse legado.

Ele lançou um torneio sem limites para o Semaphore Entertainment Group. O conceito era simples e brutal: deixar diferentes estilos de artes marciais colidirem para ver qual deles realmente dominava. Um funcionário da SEG, Michael Abramson, inventou o nome. Ficou preso.

UFC 1 entrou em cena em 12 de novembro de 1993.

O formato era pura eliminação. Ganhe sua luta, suba na chave. Perder, pronto. Eles ainda tinham substitutos de prontidão, prontos para intervir caso um lutador batesse ou se machucasse. Você tinha profissionais de caratê, kickboxers, boxeadores, lutadores de sumô e praticantes de jiu-jitsu, todos em uma única jaula.

Depois veio Royce Gracie.

O irmão mais novo de Rorion não tinha o tamanho dos lutadores de sumô ou o poder de ataque dos kickboxers. Ele tinha outra coisa. Técnica. Paciência. Na última luta, ele pegou o mestre holandês Gerard Gordeau com um mata-leão. Gordeau bateu. Royce pegou o ouro.

Funcionou. O público engoliu tudo. SEG não perdeu tempo. Eles imediatamente começaram a planejar o próximo evento, mantendo a marca Ultimate Fighting Championship intacta e colocando números sequenciais em tudo o que se seguiu. O UFC 2 já estava em andamento.

O Velho Oeste do início do MMA

Naquela época, a jaula parecia menos uma arena regulamentada e mais um caótico vale-tudo. Não havia categorias de peso no UFC 1. Um especialista em grappling de 140 libras poderia entrar no mesmo ringue que um lutador de sumô de 250 libras. Foi só no UFC 12 que os limites de peso foram realmente definidos e, mesmo assim, eles continuaram sendo ajustados. Os lutadores podiam usar seus equipamentos tradicionais – o gi era comum para os praticantes de jiu-jitsu e, sim, você podia lutar com seu uniforme.

Rodadas? Quem precisa deles. Os primeiros eventos do UFC experimentaram fortemente limites de tempo. Alguns não tinham nenhum. O objetivo era simples: lutar até que alguém vencesse claramente. Sem intervalos. Sem campainha. Apenas sobrevivência.

Estilo versus estilo era o argumento original. Parecia legal no papel. Não funcionou na prática. A maioria das lutas acabou no tatame e, sejamos honestos, muitos dos artistas marciais que compareceram não haviam treinado para luta de solo. Royce Gracie venceu três dos quatro primeiros torneios. Seu domínio provou uma coisa: se você não conseguisse lidar com o solo, estava acabado. Os lutadores tiveram que se adaptar. Os atacantes aprenderam luta livre. Os lutadores aprenderam submissões. O artista marcial puro estava fora. O UFC rapidamente percebeu que a faixa-preta não significava nada se você não pudesse lutar.

As regras ainda estavam sendo escritas

Não houve comissões atléticas. O UFC realizou eventos em estados onde ainda não existiam reguladores. Não havia juízes. Isso mesmo, ninguém estava marcando rounds. Os árbitros não conseguiam parar uma luta. Seu único trabalho era fazer cumprir o punhado de regras que existiam e testemunhar as submissões. Após os primeiros eventos caóticos, o UFC finalmente deu aos árbitros o poder de intervir e parar a carnificina.

O UFC 9 foi a exceção. Apresentava lutas individuais. Do UFC 10 ao UFC 18, tudo foi em formato de torneio. Você lutou uma vez, depois lutou de novo. Na mesma noite. Até o UFC 18, claro. A partir daí, exceto no UFC 23, foi uma luta por card. Chega de lutas múltiplas em uma noite.

Dana White disse mais tarde que tudo aconteceu por acidente. O primeiro UFC era para ser um especial único. Foi bem no pay-per-view. Então eles fizeram outro. E outro. Ninguém pensou que estavam construindo um esporte. Eles estavam apenas construindo um show.

Problemas financeiros e reação política do SEG

À medida que o UFC crescia, também crescia a pressão. A SEG, a empresa por trás disso, tentou apaziguar os críticos acrescentando regras. Eles queriam fazer o MMA parecer um esporte legítimo. Mas a SEG estava sangrando dinheiro. Do UFC 23 ao UFC 29, eles estiveram à beira da falência. Eles não podiam nem mesmo se dar ao luxo de divulgar esses eventos em vídeo doméstico.

O marketing não ajudou. A SEG promoveu os primeiros eventos do UFC como lutas brutais e sem limites. Eles disseram que as artes marciais superiores venceriam. Eles chamaram isso de teste final. Parecia briga de galo para alguns.

O senador John McCain, um fã de boxe, chamou isso de “briga de galos humanos”. Ele pressionou governadores e governos municipais para proibir o UFC. Os locais cancelaram reservas no último minuto. As empresas de TV a cabo recusaram-se a transmitir o pay-per-view. A SEG resistiu por muito tempo a trabalhar com comissões atléticas. Quando finalmente adotaram as regras do Conselho de Controle Atlético de Nova Jersey, já era tarde demais. SEG foi concluído.

Zuffa assume o volante

UFC 29: Defesa dos Cinturões em 2000 foi o fim do SEG. A falência e a pressão política prejudicaram sua capacidade de agendar shows.

Depois veio a Zuffa, LLC. Frank e Lorenzo Fertitta compraram o UFC. Zuffa significa “lutar” ou “brigar” em italiano. Dana White, ex-boxeadora amadora e promotora, tornou-se presidente.

Lorenzo Fertitta fez parte da Comissão Atlética do Estado de Nevada. Essa conexão mudou tudo. A comissão passou a supervisionar os eventos do UFC. A credibilidade voltou. As empresas de TV a cabo começaram a transmitir o pay-per-view novamente. O UFC estava de volta. Mas a guerra não acabou. Estava apenas entrando em uma nova fase.

A mudança de tom começou cedo. Em 2001, Zuffa assumiu as rédeas do UFC 30: Battle on the Boardwalk. Não se tratava apenas de voltar a feeds pay-per-view mais amplos. Tratava-se de produzir conteúdo de vídeo doméstico que pudesse realmente ser assistido sem assinatura. Esse evento marcou um ponto crucial. Antes disso, a promoção tinha uma reputação difícil de abalar. Dana White sabia disso. Ele trabalhou para mudar a imagem do UFC como local de brigas não regulamentadas.

“No final das contas, esses caras não são bárbaros como foram vendidos no início. Esses caras são todos mocinhos… eles vêm para competir para descobrir quem é o melhor lutador do mundo.”

A mensagem de White foi clara. Os lutadores não eram monstros. Eles eram concorrentes. O objetivo era simples: encontrar o melhor. Esse esforço de reformulação da marca foi essencial para a sobrevivência. Você não pode vender ingressos convencionais se o público pensar que está assistindo a lutas de animais.

Invadindo a televisão a cabo

Em 2005, a estratégia evoluiu. A Spike TV estreou a primeira temporada de The Ultimate Fighter. Este foi um grande negócio. Não foi apenas mais um reality show. Deu aos telespectadores casuais uma maneira de assistir às lutas do UFC na TV a cabo. Não é necessário pagar por visualização.

O formato era direto. Esperançosos entraram no show. Eles se dividiram em acampamentos. A cada semana, um membro de uma equipe lutava contra alguém da outra. Os vencedores ficaram. Os perdedores foram para casa. Era uma aposta alta. Apostas reais.

Este show fez mais do que entreter. Ele educou os espectadores. Se você não conhecia as regras, você as aprendeu aqui. Se você não se importava com artes marciais mistas, você começou. O show destacou o treinamento, a rivalidade e as personalidades. Humanizou os lutadores.

O sucesso foi imediato. O show provou que havia um mercado de massa para o esporte. Não apenas se sustentou. Cresceu. No momento em que este artigo foi escrito, o show estava programado para pelo menos mais duas temporadas. O modelo funcionou. Criou estrelas. Construiu uma base de fãs que acompanhou os lutadores, não apenas as lutas.

Para onde vamos a partir daqui?

A base foi lançada naqueles primeiros anos. Zuffa estabilizou o negócio. O branco limpou a imagem. O reality show trouxe os números. Agora o foco muda para o que vem a seguir. A infraestrutura está aí. O público está esperando. A questão não é mais se o UFC sobreviverá. É sobre quão grande pode ficar.

A fusão da Pride e a expansão global

Os irmãos Fertitta compraram o Pride Fighting Championship em março de 2007. Essa aquisição não foi apenas uma mudança no balanço patrimonial. Foi uma declaração de guerra. Durante anos, os fãs de MMA imploraram por um confronto entre a nata da cultura do Pride do Japão e os melhores do UFC. Dana White finalmente diz que não é mais uma quimera. Os planos ainda são incipientes. Mas a realidade de uma superluta entre os melhores do Pride e os melhores do UFC está mais próxima do que nunca.

O UFC tem sede em Nevada. Mas expansão é o nome do jogo agora. White está se esforçando muito para levar a ação além de Las Vegas e além das fronteiras. O esporte já é transmitido em 170 países. O objetivo é construir uma base popular. Eventos ao vivo impulsionam o marketing boca a boca. White explica a estratégia claramente.

“Quando você leva o evento ao vivo para algum lugar e consegue que 15.000 ou 20.000 pessoas compareçam ao evento e essas pessoas saem do evento e vão trabalhar no dia seguinte, elas conversam com seus parentes. Elas conversam com seus amigos. Começa a se espalhar… toda essa coisa de boca a boca acontece, e é fundamental para o crescimento do negócio e para torná-lo global.”

Os locais-alvo para esses eventos ao vivo incluem Europa, Japão, Canadá e México. A esperança é converter espectadores casuais em fãs obstinados por meio da pura exposição.

Visualizando a ação

Os fãs têm vários caminhos para assistir ao esporte. Os eventos pay-per-view acontecem cerca de uma vez por mês. “The Ultimate Fighter” oferece lutas regulares. Os especiais de “Fight Night” vão ao ar na Spike TV. DVDs estão disponíveis para visualização em casa. Portões ao vivo lotam arenas. No entanto, existe uma lacuna. Os eventos 23 a 29 não estão disponíveis comercialmente. Os fãs estão presos esperando.

Respondendo perguntas comuns sobre MMA

Quanto custa ir a uma luta do UFC?
Os ingressos custam em média US$ 208. Mas os preços variam de acordo com o evento e o local. Você pode conseguir negócios a partir de US$ 64.

Quem é o lutador mais rico do UFC?
Conor McGregor detém o título. Seu patrimônio líquido é estimado em US$ 120 milhões.

Onde posso assistir aos eventos do UFC ao vivo?
O pay-per-view continua sendo o método principal. Você pode transmitir pelo site do UFC ou assinar o ESPN+.

O que exatamente é MMA?
Artes Marciais Mistas. É um esporte de combate híbrido. Os lutadores utilizam técnicas de boxe, luta livre, judô, jiu-jitsu, caratê, muay thai e outras disciplinas. Não é apenas briga. É uma síntese técnica.

Por que o MMA é ilegal?
Não é. Isso é um mito. O MMA é um dos esportes que mais cresce nos EUA. O UFC o popularizou em grande escala. Até Nova Iorque, que proibiu o desporto durante anos, levantou a sua proibição em 2016. O estigma desapareceu. A popularidade permaneceu.

Indo mais fundo

Para aqueles que desejam compreender a mecânica por trás da violência, existem vários recursos.

Artigos relacionados:
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– Como funciona o wrestling profissional
– Como funcionam os músculos
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Links úteis:
– Campeonato de luta final
– Comissão Atlética do Estado de Nevada
– Cão pastor
-MMAFighting.com

Fontes:
– Cauchon, Dennis. “A luta amadora atrai multidões e polêmica.” EUA hoje. 2006.
– Gentry, Clyde. “Sem barreiras: Ultimate Fighting e a revolução das artes marciais.” Milo Books Ltd.
– Montgomery, Cliff. “Esta História do UFC.”
– Campeonato de luta final
– “UFC – Sobre o Evento.”
– Branco, Dana. Entrevista pessoal realizada em 16 de abril de 2007.